Uma frentista de um posto de combustíveis na avenida Presidente Vargas afirma ter sido vítima de racismo durante atendimento a uma cliente ontem. A ofendida conseguiu anotar a placa do veículo e procurou a DDM (Delegacia Defesa da Mulher) para fazer a queixa e relatou ter sofrido racismo por causa da declaração de uma outra mulher que se dirigiu à ela afirmando “nunca ter tido nenhuma empregada da cor dela e que se alguém como ela entrasse em sua fazenda, mandaria matar”.
A vítima conta que ficou sem reação e disse que não estava entendendo muito bem o que a cliente estava dizendo. “Ela pegou a placa e nós fizemos um primeiro levantamento, mas precisamos investigar se a mulher se trata da proprietária do carro. Tudo será apurado pelo setor de investigação da delegacia. No intuito de averiguar se a mulher do carro trata-se da pessoa que ofendeu a frentista e havendo a vontade da vítima, tomaremos as providências necessárias, faremos a apuração e encaminharemos ao fórum”, disse a delegada Graciela Ambrósio.