Gina González, viúva do ex-jogador do Real Madrid, Alfredo Di Stéfano, que morreu no último dia 7 de julho, aos 88 anos, vem sofrendo preconceito por ser 50 anos mais nova que o ex-craque.
Acusada de querer dar o “golpe do baú”, Gina era secretária particular de Alfredo e o conheceu quando transcrevia entrevistas do mesmo para a composição de um livro sobre sua vida. Este trabalho de Gina foi a pedido do clube no qual ele se consagrou, o Real Madrid.
Os filhos foram os principais opositores ao relacionamento. Eles chegaram a pedir na Justiça que o pai fosse declarado incapaz de tomar as próprias decisões, para impedir a união oficial com Gina. Além disso, eles faziam o que podiam para impedir o contato dela com Alfredo, desligando celulares e telefones fixos do ídolo.
Mas mesmo com esse tratamento hostil, Gina disse não ter mágoas dos enteados: “Todos os que amaram Alfredo de verdade devem respeitar seus filhos. Eles são (...) um pedacinho dele. Peço para que não os ataquem”, declarou em entrevista ao jornal El Mundo.