...dias vêm, e as saudades são algo que aperta no peito. Dói. Muuuuito. Os tempos de antanho, que já lá se foram e não voltam nunca mais... E recorro ao grande Casimiro de Abreu, na sua Meus Oito Anos (da qual extraí trechos): “Oh! Que saudades que tenho da aurora da minha vida. Da minha infância querida, que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores. Naquelas tardes fagueiras, à sombra das bananeiras, debaixo dos laranjais! Como são belos os dias do despontar da existência! Respira a alma inocência. O céu bordado d’estrelas, a terra de aroma cheia, as ondas beijando a areia, e a lua beijando o mar!”. Bom dia!