09 de julho de 2026

Banespinha e Clube dos Comerciários não têm salva-vidas nas piscinas


| Tempo de leitura: 1 min

Um das exigências para aumentar a segurança dos frequentadores de piscinas públicas é a presença de um salva-vidas. Uma lei estadual determina a presença de um profissional enquanto as piscinas estão em funcionamento. No entanto, na última quinta-feira, a reportagem do Comércio percorreu cinco clubes da cidade (Banespa, dos Comerciários, Internacional, Sesi e Castelinho), e apenas três (Castelinho, Sesi e Internacional) tinham as suas piscinas “vigiadas” por um ou mais salva-vidas.

Nos outros dois, seus respectivos gerentes parecem não dar tanta importância à presença de salva-vidas na área das piscinas. “O seguro de vida que nós temos lá diz que não é necessário ter salva-vidas no meio da semana. Eles só olham as piscinas sábado e domingo. No meio da semana, ficam três funcionários vigiando”, afirmou o diretor do Sindicato dos Empregados do Comércio (órgão que gerencia o clube), Antônio Carlos Brunetto. “Somos nós mesmos (os funcionários) que cuidamos da piscina. Aqui é um clube particular, só do pessoal do banco, então nem tem muita criança. Mas temos todos os cuidados”, disse o gerente do Banespa, Wilson Guiraldelli.

O chefe da Fiscalização da Prefeitura, Éder Brazão, informou que também existe uma lei municipal, de 1940, que obriga a presença permanente de “banhistas” nas piscinas para caso de emergência. Ele disse que a presença dos salva-vidas é fiscalizada nos clubes, mas não existe uma periodicidade para isso. Éder afirmou que nenhuma irregularidade foi encontrada nos clubes nos útlimos anos.