08 de julho de 2026

CAI NÚMERO DE DIVÓRCIOS


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Se as pessoas se valorizassem não haveria divórcios. Quem é casado deve valorizar e dar exemplo aos novos casais. A família sempre será a base primordial da sociedade.
J. Castro
Franca - SP

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Digo ao leitor J. Castro que nos tempos bíblicos, o pessoal que valorizava e dava exemplo — impunha exemplo, eu acho melhor — casava por interesse familiar e não por amor. Divórcio é fruto do casamento por amor. Quando o amor acaba é natural que o casamento acabe. A família continua base primordial da sociedade, mas não é a mesma. Basta um pouquinho de esforço visual pra ver que os tempos mudaram.
Márcio
Franca - SP

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Com o advento da união estável e as vantagens financeiras legais que advém, muitos se dão a oportunidade de um novo amor, não aquele à primeira vista, religioso, mas ao primeiro ‘Visa’ (sic), gerando direitos de herança, pensões, partilha, etc., e sempre para provar ao ‘ex, que é sociável. Estão juntos, mas na prática separados. Aumentam os ajuntamentos, os ‘ficantes’ (sic), que geram filhos e, só dai é que surge a necessidade de registro em cartório. Mulheres, para vencerem o estigma de serem mais frágeis, entram no modismo de serem objetos e ficam nas vitrines do Facebook. Os homens, no modismo de serem garanhões, animais, do jeito que Darwin ensina, facilitam separações: ‘ninguém é obrigado a ficar casado com ninguém’. A frase é política, eleitoreira, feminista e gera desavenças entre os casais pacíficos. A Bíblia diz que animais podem ser polígamos (de corpo e alma) mas humanos ‘tem espírito, são monógamos’.
Carlos
Franca - SP