O delegado substituto da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), Luís Carlos da Silva, afirmou que, para coibir o estupro, a “grande arma” é a orientação. “Aconselhamos as pessoas a tomarem cuidado no local para onde vão e com quem se encontram, principalmente com aqueles que se conhece pela internet. As crianças, por exemplo, marcam encontros com desconhecidos pela rede.”
Ele explicou que a definição legal de estupro é uma relação sexual que faz uso da violência, podendo ser classificado em dois tipos: contra adultos e crianças. “Não precisa haver penetração. Só o fato de acariciar o corpo da criança, por exemplo, já configura estupro”, afirmou.
Silva acrescenta que a maioria dos estupradores é identificada por serem conhecidos das vítimas. “No caso de estupros por desconhecidos, fica mais difícil, mas, com calma, a vítima consegue dar algum detalhe para chegarmos ao autor”, disse.