O cenário é preocupante. Em nove jogos realizados pelo Novo Basquete Brasil, o Vivo/Franca tem aproveitamento abaixo das expectativas, ou seja, apenas três vitórias. De semifinalista estadual, o time agora briga para sair da incômoda parte debaixo da tabela. Na 14ª posição, o Vivo/Franca está à frente do Basquete Cearense, Espírito Santo e Sorocaba, respectivamente. O regulamento desta temporada prevê o rebaixamento dos dois piores clubes.
A gota d’água foi o tropeço diante do Paulistano, em pleno Poliesportivo. No final do jogo, o próprio técnico Lula Ferreira deixou clara sua preocupação com o atual momento do time. “Estamos fazendo uma campanha preocupante. Nós sabemos que o NBB é um campeonato duro, mas estamos com uma margem alta de derrotas neste início. Nosso trabalho está em reduzir ao máximo esse número e recuperar a confiança dos atletas nas partidas”, disse.
Para contornar a situação, o Vivo/Franca espera dar a volta por cima e conquistar duas vitórias diante de Minas Tênis e Espírito Santo, ambas fora de casa. Caso contrário dependendo dos resultados, o time francano pode passar a virada de ano dentro da zona da morte.
O elenco se reapresentou na manhã de ontem. A única baixa foi o armador argentino Figueroa. O jogador acompanhou sentado do lado de fora a atividade em quadra. Ele realizava sessões de gelos nos dois joelhos. A equipe volta a trabalhar hoje em dois períodos.