A decisão está tomada. Desde ontem, os professores e alunos das escolas municipais “Frei Lauro de Carvalho Borges” (Jardim do Éden), “Milton Alves Gama” (Jardim Paulistano II) e “Professor Doutor Rubens Zumstein” (Jardim Piratininga II) foram informados pela equipe do GCN que seus jornais foram os três mais bem colocados no concurso de fim de ano do projeto Jornal Escola 2013.
Apesar da notícia, a colocação final dos três jornais só será anunciada nesta sexta-feira, 13, às 19h30, no auditório “Jornalista Corrêa Neves”, na sede do GCN, localizada na avenida Eliza Verzola Gosuen, 3.103, no Jardim Ângela Rosa. O professor responsável pelo trabalho melhor avaliado ganha uma TV de 42 polegadas. O segundo e terceiro colocados recebem, respectivamente, um tablet e um notebook.
De acordo com a coordenadora do projeto, Roberta Rúbio, o anúncio foi tocante. “As professoras ficaram muito emocionadas. Na “Frei Lauro”, por exemplo, a diretora até tremia de emoção”, afirma.
Roberta afirmou que o jornal produzido pelos professores e seus alunos é uma espécie de “trabalho de conclusão de curso” para os professores que participaram das oficinas do Jornal Escola. “O objetivo das oficinas é orientar os professores a trabalhar o jornal em sala de aula, para que os alunos tenham vontade de lê-lo. Para isso, eu mostro durante todo o ano, nas oficinas, como é toda a produção do jornal. Nada mais justo do que, no final do ano, eles me entregarem um jornal”, ressalta. Roberta esclarece que o professor é premiado no concurso ao invés da escola porque é o profissional que participa durante todo o ano das oficinas do projeto.
Seleção
No final da tarde de segunda-feira, dia 9, a decisão dos melhores exemplares foi tomada por um corpo de jurados formado por parte da equipe do GCN Comunicação. O grupo era composto pela presidente do Conselho Consultivo, Sonia Machiavelli; pela editora-chefe do Comércio, Joelma Ospedal; pela editora Nelise Luques; pela coordenadora do projeto, Roberta Rúbio; e pelos designers Fernando Calixto e Alexander Ferreira.
Ao todo, 25 trabalhos foram avaliados de acordo com alguns critérios, como coerência com o tema do concurso (Educomunicação); diagramação, organização e paginação; integração de imagens com textos e legendas; participação dos alunos na produção dos textos; uso da norma culta do Português e adequação ao formato A3 e de oito páginas.
De acordo com Sonia, os textos deram um salto de qualidade em relação aos trabalhos do ano passado. “Houve mais capricho, mais empenho, mais interesse. É nítido também que algumas professoras se empenharam para mostrar o dia-a-dia da escola, levando para o jornal assuntos da comunidade escolar, o que foi mais valorizado pelos jurados”, disse ela.