11 de julho de 2026

'Seja quem for, eu peço Justiça. Onde já se viu um anjo de 3 anos (...) morrer assim?’


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Mariza Aparecida da Silva, dona de casa de São Joaquim da Barra expressando a comoção da população joaquinense durante sepultamento do menino Joaquim Ponte, possivelmente morto pelo padrasto com conivência da mãe