Se alguém o largar nos Estados Unidos, ninguém a seu lado, você marcaria uma consulta com um médico? Ia dar conta? O cara (sic) é americano. O que aconteceu com ele já ocorreu antes, com outro jogador - o Kevin Sowell - mas em outra circunstância. (...) Pimenta nos olhos do outro é refresco. A diretoria do Franca Basquete poderia, ao menos, se retratar com o jogador, para não deixar má impressão a outros jogadores estrangeiros. (E vamos ao que interessa): o cara não joga pouco não!
S.
Franca - SP
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Estamos falando de clube comquase 60 anos de atividade no basquetebol! Será possível que não tenha profissionais necessários à boa administração? Cadê o médico da equipe? Cadê o fisioterapeuta, que não acompanhou o jogador à consulta? Amadorismo não é mais tolerado! Se não tiver competência, o rumo é o buraco. Fique de olho, diretoria!
Fabiano
Franca - SP
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O problema do Franca Basquete e de qualquer agremiação de cidade pequena (Franca ainda pensa como cidade pequena) é que bastidores tomam proporção maior que jogador do calibre do Hayes ou de qualquer outro craque. Mimar um craque, uma estrela do time, não está nos planos de diretoria que prefere mimar um monte de conselheiros ou amigos de conselheiros com bons lugares, ingressos grátis etc... Vendo atitudes como essa e semelhantes do passado, dá pra entender porque tantos são considerados mercenários quando saem do Franca. Pelo visto o reconhecimento não é mútuo...
Guilherme
Franca - SP