Somos imensa caravana de seres, na estrada evolutiva, amovimentar-se, sob o olhar do Divino Pastor, em demanda de esferas mais altas.Em verdade, se prosseguimos caminho a fora, magnetizados pelodevotamento do Condutor Divino, inegavelmente somos tambémassediados pelos cães da ignorância, da perversidade, da má-fé.Referindo-se a cães, Paulo de Tarso não mentalizava o animal amigo,símbolo de ternura e fidelidade, após a domesticação. Reportava-se aos cães selvagens, impulsivos e ferozes.
No rebanho humano, encontraremos sempre criaturas que os personificam. São os adversários sistemáticos do bem.
Atassalham reputações dignas.
Estimam a maledicência.
Exercitam a crueldade.
Sentem prazer com a imposição tirânica que lhes é própria.
Desfazem a conceituação elevada e santificante da vida.
Desarticulam o serviço dos corações bem-intencionados.
Atiram-se, desvairadamente, à substância das obras construtivas, procurando consumi-las ou pervertê-las.
Vomitam impropérios e calúnias. Gritam, levianos, que o mal permanece vitorioso, que a sombravenceu, que a miséria consolidou o seu domínio na Terra,perturbando a paz dos servos operosos e fiéis.
‘Mensagem do Livro Fonte Viva
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
pelo espírito de Emmanuel.’