Ao parar meu carro em semáforo próximo a prefeitura, fui abordada por dois indivíduos. Pediram dinheiro e contaram a história de filhos pequenos, que tinham que comprar passagens etc. Senti-me acuada, mas, neguei. Ainda bem que não fizeram nada e foram embora. O interessante é que nem escondem que ganham, e muito: Ele tinha a mão repleta de dinheiro. Se duvidar, tinha mais na mão dele que na minha carteira de trabalhadora que voltava para casa depois de oito horas de labuta.
Taís
Franca - SP