08 de julho de 2026

Alimento diário


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Um testemunho que brilha

“Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem se acende uma lâmpada e se coloca debaixo do alqueire, mas no candelabro, e alumia a todos os que estão na casa (Mt 5:14-15)”.

Apocalipse 1:16 diz: “Da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes”. Essa espada se refere à palavra de Deus.
As estrelas que brilham manifestam o senhor porque falam por ele e expressam sua palavra. Isso não se refere a pessoas especiais, mas a cada um de nós.
O versículo 16 conclui: “O seu rosto brilhava como o sol na sua força”. Essa luz é para nos iluminar e assim podermos refleti-la. Em cada igreja, quer seja grande ou pequena, todos podem contemplar o rosto do Senhor e manifestá-lo como estrelas que brilham. Todos os salvos numa cidade são a igreja ali, mas o problema é que muitas vezes eles não assumem o testemunho da unidade pelo Senhor, mas buscam o próprio interesse. Assim como os apóstolos, que inicialmente buscavam a restauração do reino de Israel, muitos cristãos ainda viram a necessidade de o Senhor ter em cada cidade um povo que O expresse e represente em unidade. Assim como os primeiros cristãos teriam de sair desde Jerusalém até alcançar toda a Judéia, Samaria e os confins da terra como testemunhas do Senhor, também nós devemos levar testemunho da igreja para outras cidades.
Em muitas cidades há irmãos que se reúnem, mas falta o brilho do candelabro de ouro. É preciso abandonar todos os nomes, de acordo com a luz recebida na Bíblia, e se firmar na base da igreja. Mesmo que o número de irmãos que têm essa visão não seja grande, eles são a igreja, sustentando o testemunho de Jesus, o testemunho da unidade. Nessa cidade o candelabro de ouro deve brilhar, pois ele não é para ser colocado debaixo do alqueire, uma medida para medir cereais, mas no velador (Cf. Mt 5:15). Hoje os alimentos são pesados em quilos, mas antigamente a medida era alqueire, que representa a necessidade de subsistência. Não podemos colocar o testemunho da igreja debaixo do alqueire, isto é, não podemos estar mais preocupados com a nossa subsistência do que o testemunho do Senhor, a igreja.
Para haver o testemunho do Senhor em certo lugar é preciso haver a mesa do Senhor. Nessa cidade, embora sejamos muitos, há somente uma mesa, com um pão e um cálice. Esse é o testemunho da unidade. Se somos o candelabro de ouro, se damos o testemunho da unidade, o Filho do Homem andará sempre no nosso meio, cuidando de nós com Sua presença. Se erramos, Ele nos corrige, pois Seus olhos, que são como chamas de fogo, estão sempre fitos a nos perscrutar e purificar. O candelabro de ouro visa atrair todos os filhos de Deus para, junto conosco, sustentar o testemunho da unidade. Apocalipse 1:20 deixa claro que as sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e isso se refere aos vencedores.
Ao se falar dos sete candelabros de ouro, sete igrejas da Ásia são mencionadas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia. Cada candelabro está numa cidade para dar o testemunho da unidade, e o Senhor usou cada um deles para profetizar com relação à História da igreja. Nós capítulos dois e três, há sete cartas a essas igrejas. Embora tenham sido dirigidas às sete igrejas locais daquele tempo, essas cartas são proféticas e prefiguram a situação de todas as igrejas desde o Início desta era até a volta do Senhor.

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