Direitos iguais
A.A. me ofereceu liberdade e me aceitou na Irmandade por mim mesmo. Para ser membro não dependia de concordância, sucesso financeiro ou educação, e sou muito grato por isto. Muitas vezes me pergunto se estendo essa mesma igualdade aos outros ou se nego a eles a liberdade de ser dife-rentes.
Hoje tento substituir meu medo e minha intolerância pela fé, paciência, amor e aceitação. Posso levar estas forças para meu Grupo de A.A., minha casa e escritório. Faço um esforço para levar minha atitude positiva para qualquer lugar que vou.
Não tenho nem o direito, nem a responsabilidade de julgar os outros.
Extraído do livro Reflexões Diárias