E, saiba o “para quê” estou nessa, desde o início, e nos últimos três anos como madrinha do dia. Em memória ao meu saudoso primeiro marido, o Américo Pizzo, que teve câncer nos vasos linfáticos, o mal de Hodgkins, e precisou ir durante sessenta dias, todas as manhãs, até Ribeirão Preto, no São Francisco, fazer a radioterapia, pois não tínhamos ainda o nosso Hospital do Câncer, daí, gente amiga, este hospital tem mesmo que ir sempre em frente. E, graças aos abnegados João Batista de Lima e Paulo Xavier, da Estrela, temos este dia glorioso. Quarta-feira próxima, dia 9, tá? Não se esqueçam.