Foi com a obtenção e controle do fogo que o homem primitivo descobriu que era capaz de iluminar a escuridão das noites em que vivia até então. Fogueiras e tochas passaram a significar não apenas calor e luz, mas também proteção contra o frio, os animais e as trevas. Porém o fogo, apesar de eficiente, não era capaz de fornecer luz com a intensidade muitas vezes necessária. Além disso, era preciso encontrar material inflamável para fazê-lo durar por tempo suficiente, o que nem sempre era possível. Assim mesmo, por muitos séculos, o fogo foi a única fonte de luz que o homem conseguiu reproduzir, através de lamparinas e lampiões, que queimavam carvão, tecido, gás ou qualquer outra coisa combustível.
Foi só em 1879 que o gênio americano Thomas Alva Edson conseguiu inventar a primeira lâmpada elétrica. Inicialmente usou filamentos metálicos dentro de um bulbo de vidro fechado a vácuo. Não deu certo. Depois de 1.200 tentativas descobriu o filamento ideal: um fio de algodão parcialmente carbonizado, que se aquecia com a passagem da corrente elétrica até ficar em brasa, mas sem se derreter ou queimar. A primeira lâmpada construída dessa forma brilhou por 48 horas seguidas e causou espanto no povo. Muitos achavam que aquela luz era uma “magia.” Meses depois, uma rua inteira de uma cidade americana foi iluminada para comemorar a chegada do ano 1880.
No ano de 1650, um alemão chamado Otto de Magdeburgo descobriu que a luz podia ser produzida também pela eletricidade e não apenas pelo fogo
Cem anos depois, com base nas descobertas de Otto, o norte-americano Benjamin Franklin provou que as nuvens acumulavam cargas elétricas
Sabem como fez isso? Usou uma raia de papel durante uma tempestade para atrair raios
A lâmpada é o símbolo perfeito da ideia, da invenção, da descoberta. Nas histórias em quadrinhos e nos desenhos animados, quando um personagem descobre algo, aparece uma lâmpada sobre sua cabeça, já notou? Afinal, inventar é sempre encontrar aquela famosa luz no fim do túnel. E é só tentando mesmo que a gente encontra