A Polícia indicia como doloso (há intenção), mas todos sabemos que o crime é culposo (não há intenção). Quem bebe todas e dirige sabe que não pode dirigir, mas não quer atropelar. Mata porque está tonto, mas não quer matar. O problema é que a pena do crime culposo é leve e a Polícia tenta enquadrar no doloso. A solução está com o Congresso, que tem competência para fixar pena dura a quem bebe, dirige e mata. O eleitor pode resolver isso: em 2014, ao invés de pedir presentes e favores aos candidatos a deputado federal. O eleitor pode votar em candidatos comprometidos com uma lei nessa linha. Mas já sabemos que o eleitor gosta é de palhaço, de artista, de cantor sertanejo... Leia a respeito em http://www.gcn.net.br/jornal/index.php?codigo=225969.
S. Souza
Franca - SP
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Como aqui é Brasil, mais uma vida que teve fim devido a (existência da) única coisa responsável por isso tudo: impunidade!
Fabrício
Franca - SP
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“Aos assassinos e ladrões são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes”. (Por isso) os advogados deitam e rolam com este artigo porque têm a chance de enganar o juiz, podem negar tudo, mentir a vontade e exigir que a atropelada apresente uma filmagem de Spielberg, que exista um bafômetro em cada esquina para comprovar, testemunhas — mesmo se for num lugar deserto ou onde impera a lei do silêncio pelas facções — e tudo mais, pois o ônus da prova é de quem foi assassinado. (...) É um garantismo que o crime compensa. No final dos processos devia haver punição para defensores que usam de artifícios mesmos legais que induzem ao engano os julgadores, desafiando o princípio da justiça apenas com objetivo de lucrar.
Carlos
Franca - SP
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Lamentável, como o ser humano muda de personalidade ao entrar dentro de um carro e pegar um volante: sente-se todo poderoso. Infelizmente o que vemos nas avenidas de Franca é motoristas não respeitando faixas de pedestres e muito menos placas de velocidade... É só entrarem dentro de seus automóveis que esquecem que são humanos como os pedestres e que estes merecem respeito. Mas isso não não acontece em nossa cidade (ou mesmo) neste país. Precisamos de mais punição para quem mata no volante para, quem sabe quando estivermos dirigindo, respeitemos melhor nossos semelhantes.
Alessandra Ligia
Franca - SP