“E tudo exatamente efêmero, passageiro, até como que zombando de nós, de todos nós. Tudo o que aprendemos, adquirimos, galgamos, acaba em nada. Eis o último supremo paradoxo: é apenas reconhecendo a nossa mortalidade que podemos ser felizes no tempo que nos resta. Nossas relações, nosso relacionamentos... tudo e todos são... efêmeros. Tudo nos exige uma negação saudável ou uma aceitação corajosa do peso do tempo e da inexorável perspectiva da derrota final”. Assim nos fala (nos fazendo refletir) Gordon Livingston M. D. Bom dia!