08 de julho de 2026

Nossa Senhora das Dores ou da Angústia


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Esta devoção remota ao século XIII e alude ao sofrimento de Maria, simbolizado nos sete punhais cravados em seu peito:
1º profecia de Simeão (cf. Lc2, 34ss); 2º fuga para o Egito (cf.Mt 2,13...); 3º Perda do menino Jesus no templo (cf. Lc. 2,41ss.);4º Caminho da Cruz (cf. Lc 23,26ss.); 5º: Crucificação de Jesus (cf. Lc 23,33ss.); 6º Descida do corpo da cruz (cf.Jo 19,17ss.); 7º Sepultamento (cf. Lc 23,50ss.). É invocada com a seguinte oração:
Minha Mãe dolorosíssima, não vos quero deixar sozinha a chorar, mas quero vos acompanhar também com as minhas lágrimas. Esta graça vos peço hoje: alcançai-me uma compreensão sempre maior da paixão de Jesus e vossa, para que em todos os dias de minha vida eu possa ser solidário com as pessoas que sofrem, vendo nelas vossas dores e as do meu Redentor. Elas me alcançarão o perdão, a perseverança, o céu, onde espero cantar misericórdia infinita do Pai por toda a eternidade. Amém.

S.João, o Anão.
“João significa: o Senhor é misericordioso”.

Anacoreta ou eremita viveu no final do IV século, em Cete, Egito. Foi um importante Padre do deserto do Egito. Mediante uma vida de absoluta obediência, penitência e oração obteve o dom da brandura, da paz interior, da humildade e da paciência. Nada conseguia perturba-lo. Sempre repetia: “... é impossível ganhar o coração de alegria de alguém, sem antes procurarmos ser-lhe útil”. Ensinou aos discípulos: “Nada ensinei aos outros que não tivesse praticado antes” (Rohrbacher op.cit. vol XVI, P.2002).

Os Cinco Minutos dos Santos/J.Alves
São Paulo, Editora Ave-Maria.