O câncer que consome prefeituras chama-se cabide de emprego. O prefeito se vê obrigado a arrumar vaga ao amigo que o ajudou na campanha. Conheço gente que foi empregadas assim, não têm nenhuma qualificação, são semi-analfabetas, ocupam cargos excelentes e ganham muito bem. Foram contratadas emergencialmente, para não passar por concurso público. Contratação emergencial deveria ser feita apenas para situações extremas. Enquanto essa farra não acabar, dinheiro nenhum será suficiente. E viva o Brasil!
Antônio
Franca - SP