08 de julho de 2026

Mulher invade escola e discute com estudante


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Uma escola da zona Oeste de Franca, cujo nome acabou preservado pela polícia, foi palco de uma grande confusão na manhã de ontem. Uma dona de casa invadiu o local e trocou tapas e socos com uma estudante de 16 anos. A dona de casa de 40 anos disse à polícia que foi ao local para evitar uma briga que estava programada na saída, mas acabou sendo ela mesma a envolvida.

A mulher foi até a unidade para conversar com uma estudante de 16 anos. Ela queria esclarecimentos sobre boatos de que poderia haver uma briga na saída entre a adolescente e sua filha. Para entrar no estabelecimento de ensino, a dona de casa disse que precisava falar com a filha. A mãe pediu e a garota chamou a estudante de 16 anos.

Acompanhada de outras quatro alunas, a jovem de 16 anos foi ao encontro da mulher. O dialogo inicial se transformou em “bate boca” e agressão mútua. A turma do “deixa disso” separou a confusão. “Ela disse que essa história ainda não havia acabado”, revelou a estudante aos policiais que atenderam a ocorrência. Todos os envolvidos foram apresentadas na DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), onde a ocorrência foi registrada.

Danos na sala
Em outra escola, esta localizada na zona Leste, um aluno de 14 anos “surtou” e “aprontou”. Em dado momento, ele pegou uma cadeira e a atirou para o alto, danificando duas lâmpadas e o suporte do lustre. PMs da Ronda Escolar estiveram no local, onde o estudante alegou não saber o que o teria levado a cometer o vandalismo. A professora que denunciou o incidente disse que o aluno “é problemático”.

Outra confusão envolveu dois garotos de 14 e 16 anos em escola da zona Norte da cidade. A dupla quase protagonizou uma luta livre no estabelecimento. Ele discutiram e brigaram por causa de meninas e de mensagens em celulares. Funcionários evitaram agressões entre eles. O fato foi levado ao conhecimento dos pais de ambos.

Furto
Uma lei estadual proíbe a utilização de aparelhos celulares no interior das salas de aula. Por isso, os diretores pedem que alunos evitem inclusive levá-los à escola. Tudo, no entanto, é desrespeitado, o que sempre causa aborrecimento. Um estudante de 14 anos teve seu aparelho furtado na terça-feira. Ontem, a mãe procurou o 2º Distrito Policial para registrar o furto do aparelho.