Com três meses de antecedência, a Liga Nacional de Basquete (LNB) definiu a data de início e o número de participantes para disputa da sexta temporada do Novo Basquete Brasil. A competição terá início no dia 9 de novembro, com o clássico entre os únicos vencedores do torneio. O Flamengo, atual campeão e detentor de dois títulos, pega o Brasília, tricampeão consecutivo. O embate será realizado no Rio de Janeiro. A primeira rodada será completada no dia 14. O Vivo/Franca abrirá a competição diante do Mogi das Cruzes, fora de casa. O NBB 6 terá um time a menos em relação a temporada anterior. Por falta de patrocinador, o Fluminense comunicou a sua desistência do torneio.
Em relação à última temporada, 15 times permanecem na disputa do nacional: Flamengo, Uberlândia, Bauru, São José, Brasília, Vivo/Franca, Pinheiros, Paulistano, Minas Tênis, Basquete Cearense, Limeira, Liga Sorocabana, Mogi das Cruzes, Vila Velha e Palmeiras. Vitória (ES), Tijuca (RJ) e Joinville (SC) se licenciaram do campeonato por falta de patrocinadores e não jogarão o NBB. As novidades serão Macaé (RJ), que se classificou dentro de quadra, e o Goiânia (GO), que recebeu o convite da entidade e apresentou garantias.
A Liga Nacional quer implantar uma novidade para temporada: a final em dois jogos. Tudo para que a Rede Globo, que é parceira da entidade, transmita não apenas uma partida decisiva, mas sim duas.
A ideia de final em dois jogos, antes impensável, será testada no Copa Intercontinental (antigo Mundial Interclubes), entre o Pinheiros, campeão da Liga das Américas, e o Olympiacos da Grécia, campeão da Euroliga. O torneio terá dois jogos, dias 4 e 6 de outubro, em Barueri (SP). Em caso de uma vitória para cada time, será campeão quem tiver vencido por maior margem de pontos. No NBB, a ideia é que a equipe de melhor campanha tenha a vantagem do “empate”.
FLUMINENSE
O time carioca investiu pesado para montar uma equipe e jogar a Copa Brasil, classificatória para o NBB, mas não conseguiu a vaga. Depois levou o pleito ao Conselho de Administração da LNB e teve a proposta aprovada. Sem dinheiro, o time optou por desistir. “Infelizmente não preencheu os requisitos. Mostraram um projeto que foi aprovado, mas depois o clube não conseguiu comprovar os patrocínios”, explicou Cássio Roque, presidente da LNB.