É um grave erro cortar o Proerd, programa barato, pobre mas eficiente, profilático contra drogas comprovado pela eficiência, eficaz no imediatismo da prevenção. Querem substituir por outro programa que fala de ‘possibilidades’, o ‘Crack, é possível vencer’, que tem foco na remediação, acolhimento, tratamento, aleitamento, internação, convênios com clínicas para quem já está chafurdado nas drogas. Há anos que a Secretaria de Ação Social tenta pegar craqueiros e levá-los para abrigos, onde tem banho quente, refeições, camas, cobertores etc., mas eles se recusam. Preferem praças e pontes porque lá tem drogas, álcool e prostituição. O certo é ter os dois programas até que se consolidem as ações do programa federal de forma eficiente, principalmente na prevenção, senão, é utopia de recuperação, promessas eleitoreiras que colocam em risco o futuro dos adolescentes. Prevenção contra as drogas já, sem tréguas. (Leia ‘Analisar o todo’, de Luiz Neto).
Carlos Matias
Franca - SP
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Fico triste com o fim do Proerd nas escolas. Minha filha teve aulas no projeto e aprendeu muito. Temos que valorizar as coisas boas, pois coisas ruins, tem muitas. Com o Proerd, o jovem tem uma visão diferente sobre o mundo das drogas, passada por policial que esta trágica história todos os dias. Temos que dar muitas informações as crianças e esse projeto ajuda muito. (...).
Tatiane
Franca - SP
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Triste! Um dos meus filhos participou deste programa na época em que estudou na Escola ‘Adalgisa’... Foi muito importante o Proerd em sua formação. Hoje ele tem 17 anos e comenta, com irmãos menores, sobre a formação que recebeu do programa, e o que aprender com a policial fardada. Será, realmente, que um programa preventivo contra drogas absorve tanto nossas crianças e adolescentes a ponto de atrapalhar alguma coisa nas vida deles. Atrapalha? Alguém me explique, por favor...
Cláudia Faleiros
Franca - SP