05 de abril de 2026

Parabéns ao ‘Comércio’


| Tempo de leitura: 2 min

Óbvio. Não há como um jornal manter-se líder em sua cidade de origem com abrangência em regiões vizinhas, se não houver uma evolução gráfica e editorial que corresponda aos anseios dos cidadãos, leitores assíduos e assinantes ou não. Mesmo a diagramação e a composição, a qualidade de impressão, as manchetes, as reportagens, as notícias e acontecimentos do momento, para não dizer da diversificação de cadernos publicados, há que se fazer uma constante renovação de criações, ideias e planos com metas sempre mais ambiciosas, visando sempre a comunicação fácil e prazerosa ao leitor.

Não basta dar a notícia, é preciso mostrá-la com detalhes perceptíveis à compreensão, para que seja absorvida com emoção por quem lê. Sejam os artigos hilários, políticos, criminais, sociais, esportivos, intelectuais, artísticos, impactantes ou não, tudo que é publicado deve ser feito com único intuito de ilustrar aos cidadãos o que se passa ao redor, através das realidades cotidianas.

E a alma de um jornal é formada pelo seu corpo diretor, que deve possuir a perspicácia e a sensibilidade para captar os anseios de quem lê, assim como os braços são a área administrativa e as pernas andam por meio de repórteres, editores, gráficos, etc.

Funciona como uma família, onde, como tal, deve existir respeito e hierarquia, obrigações e deveres, cumplicidade e capacidade de agregar sonhos e resultados benéficos a todos.

É notória a modernização do Comércio da Franca no decorrer das duas últimas décadas. É visível a velocidade de mudanças ocorridas na evolução gráfica deste jornal diário. Nota-se que existe uma pujança na direção coordenada por Corrêa Neves Júnior e Sonia Machiavelli, uma gana de decidir e viabilizar compatível com as personalidades da mãe e do filho.

Tenho orgulho de fazer parte do GCN, mesmo como um humilde colaborador do caderno Nossas Letras. É bom colaborar com gente que pensa grande, que torna grande os mais simples ideais, e que reinventa a leitura diária para o povo francano, trazendo sempre o mundo além do que os olhos possam ler.

Hélio Coelho França
engenheiro e membro da Academia Francana de Letras