Para evitar que se repita hoje o episódio do ano passado, quando 60 manifestantes invadiram o Gabinete do Prefeito para protestar contra o aumento na passagem do ônibus, 25 guardas civis municipais farão a segurança da Prefeitura.
Uma reunião, que começou na manhã de ontem e terminou só no final da tarde, entre os líderes e representantes da Guarda Municipal trouxe uma decisão. “Apenas funcionários poderão entrar no edifício durante a hora do protesto”, resumiu Luiz Fernando Fernandes, inspetor da Guarda.
A Câmara ficará fechada na noite de hoje. Uma sessão solene homenagearia três membros do Rotary Club, mas, segundo a diretoria do legislativo, os homenageados preferiram adiar a cerimônia para amanhã.
Quanto à segurança do prédio, o presidente da Câmara, vereador Jépy Pereira (PSDB), disse que não vê necessidade de um esquema diferenciado. “Acredito que a manifestação será pacífica e defendo esse direito do povo”, afirmou. “Já entrei em contato com os líderes do ato e me prontifiquei a atendê-los o mais brevemente possível.”
Já a Acif informou que não programou horário especial com fechamento antecipado das lojas que ficam no percurso da manifestação. Mas, segundo a assessoria da entidade, existe a informação de que “uma boa quantidade” de lojistas fecharão suas portas na hora do protesto.