08 de julho de 2026

S. Antônio de Pádua ou de Lisboa


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1195-1231 doutor da Igreja “Antônio” quer dizer “aquele que vai à frente”. É o “santo casamenteiro” e dos objetos perdidos. Protetor das estéreis.

Natural de Lisboa, Portugal, S. Antônio foi um importante pregador itinerante do século XIII. Ligado aos agostinianos, estudou teologia em Coimbra, onde conhecera os relatos do martírio dos cinco franciscanos mortos em Marrocos. Desejosos de tornar-se também mártir, ingressou no pequeno convento franciscano em S. Antônio dos Olivais, mudando o nome Fernando para frei Antônio. Chegou a partir para Marrocos, mas caiu doente, tendo de retornar a Portugal. As intempéries, porém, fizeram o navio aportar na Sicília. Na Itália conheceu Francisco de Assis e, incentivado por ele, inicia sua pregação itinerante, surpreendendo a todos com sua sabedoria e conhecimento. É invocado com a seguinte oração:
Glorioso S. Antônio, que tivestes a sublime dita de abraçar e afagar o Menino Jesus, alcançai-me deste mesmo Jesus a graça que vos peço e vos imploro do fundo do meu coração (pede-se a graça). Vós que tendes sido tão bondoso para com os pecadores não olheis para os meus pecados, mas antes fazei valer vosso grande prestígio junto a Deus para atender meu insistente pedido. Amém.

S. Gerardo de Claraval

“Gerardo” significa “aquele que é forte como uma lança”

Gerardo de Claraval era irmão de S. Bernardo, um dos fundadores dos Cistercienses. Soldado, pelejava no campo de batalha, quando foi ferido e feito prisioneiro. Na prisão, viu que não valia a pena lutar por uma glória passageira. Libertado, foi a S. Bernardo, tornando-se monge e um de seus mais importantes colaboradores na abadia de Claraval.

Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves.
São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.