Sete moradores de Araxá (MG) foram presos em flagrante, no final da tarde de segunda-feira, por furto qualificado e crime ambiental. O grupo se uniu para realizar pesca subaquática com arpões no reservatório da Usina de Jaguara, em Rifaina, o que é proibido por lei. O local escolhido foi uma área particular de oito hectares, onde há tanques de criação de tilápia do nilo da empresa M. Cassab Foods. Isso caracterizou o furto e ajudou a levá-los para a cadeia.
A Polícia Militar chegou até os pescadores após solicitação de funcionários da empresa que mantém criadouros de peixes em área particular. “Três estavam em duas canoas com motor, apoiando quatro mergulhadores que estavam dentro da área particular pescando com arpões”, disse o cabo Marcos César Belmiro, que ao lado do soldado Metidieri, estava de serviço. Eles contaram com o apoio dos soldados Teles e Henrique, que estavam de folga. Eles constataram que os indivíduos não portavam documentos das canoas e nem dos motores. O grupo foi detido e apresentado na delegacia da cidade, onde o delegado Fábio Branquinho fez o flagrante por furto qualificado e crime ambiental. A polícia apreendeu sete arpões de pesca subaquática, duas facas, dois motores de popa de 15hp, duas canoas de alumínio borda alta de seis metros, quatro roupas de mergulho, dois molinetes e dezenove peixes, com cerca de um quilo cada.
Foram presos o protético Guilherme Coutinho, 42; o mecânico Daniel Macedo Donadeli, 28; o técnico em manutenção de piscinas Clesio Alexandre Nunes; o professor Wilson Aparecido do Carmo, 41; o metalúrgico Clayton Antônio Nunes, 37, e os operadores de produção Juliano dos Reis Moreira, 30, e Thiago Arimateia Rodrigues, 26.