Começa, nesta semana, o julgamento de um garoto de 14 anos por assassinar sua mãe com um rifle calibre 22. O crime teria sido motivado por um castigo imposto pela vítima, proibindo que o filho jogasse um dos games da franquia Call of Duty.
Segundo o site “Destructoid”, Noah Crooks, que vivia com sua família no estado americano de Iwoa, teria sofrido um surto de raiva, em março de 2012, depois de ser impedido de jogar o game de tiro por três horas. A princípio, o jovem tentou estuprar a própria mãe, mas terminou disparando mais de 20 tiros na vítima.
“Eu não estou brincando. Ela está morta. Estou assustado. Eu matei minha mãe com meu .22. Eu não sei o que fiz”, afirmou Noah, confuso, durante confissão por telefone à polícia logo após o crime. “Eu me sinto louco e eu não sou. Eu acho que tenho alguma forma de déficit de atenção”.
Depois ele ainda confirmou que tentou estuprar Gretchen Crooks. De acordo com a confissão de Noah, o game teria sido proibido pela mãe após a descoberta de uma série de notas ruins na escola.
Além de ligar para a polícia para confessar o crime, Noah também enviou uma mensagem de texto para seu pai, revelando o que tinha acontecido. Pensando que era apenas uma brincadeira, o pai respondeu com uma piada, dizendo para o filho “jogar o corpo no mato”.