09 de julho de 2026

Votação para criação de vagas em cargo extinto é adiada pela Câmara


| Tempo de leitura: 1 min

Os vereadores não quiseram saber de confusão e deixaram para depois a decisão sobre o projeto que previa a contratação de 16 novos servidores para um cargo extinto por eles mesmos há duas semanas. A proposta foi adiada por uma semana e deverá ser discutida em plenário na próxima terça-feira.

O projeto autoriza a abertura de vagas de escriturário para auxiliar os vereadores nos gabinetes, mas o cargo deixou de existir com a Reforma Administrativa e deu lugar à função de oficial legislativo. Além da mudança de nome, outros três itens foram alterados: remuneração, atribuição e regime jurídico.

Segundo a Câmara, 646 candidatos se inscreveram e pagaram para disputar o cargo de escriturário. Entre eles, 321 foram aprovados e estão esperando no cadastro de reservas. “A situação é complicada. Não adianta votar de afogadilho. Temos de ter segurança e, para isso, dependemos do parecer técnico do nosso Jurídico”, alegou o presidente Jépy Pereira (PSDB), que teve o pedido de adiamento aprovado pelos vereadores.

Também foi adiado por uma sessão o projeto de Valéria Marson (PSDB) determinando que o prédio da Mogiana, na Estação, seja ocupado exclusivamente para atividades relacionadas à cultura. Em caso de aprovação, a Viação Cometa e o Cartório Eleitoral serão expulsos das instalações. “Não basta apenas querer proibir. Se não fizer um trabalho bem feito lá, teremos sérios problemas de ocupação indevida”, alertou Pastor Otávio (PTB).