A fila de espera para trabalhar com o transporte de estudantes também está alta. Segundo o estudo encomendado à Secretaria de Segurança e Cidadania, 550 pessoas já protocolaram um pedido. Atualmente, 166 vans estão liberadas para realizar a atividade, já que a lei municipal vigente exige que para cada vaga nova aberta existam 550 estudantes.
De acordo com o estudo, ônibus que fazem fretamentos para cidades com mais de 300 quilômetros de distância também infringem a lei, embarcando passageiros em pelo menos sete pontos irregulares na cidade.
São veículos que fazem os famosos bate-volta para São Paulo e Goiânia, por exemplo. O mapeamento aponta que os pontos de embarque e desembarque ilegais funcionam, geralmente, em postos de combustíveis.
Um decreto baixado em junho do ano passado, pelo então prefeito Sidnei Rocha (PSDB), tentou regulamentar o serviço de transporte coletivo privado na modalidade de fretamento.
Todos os operadores foram obrigados a se cadastrar e fazer o embarque ou desembarque de seus passageiros dentro do terminal turístico, anexo à rodoviária municipal.
Quase um ano depois, a medida só serviu para identificar os profissionais legalizados. A promessa agora é punir os clandestinos. Ao todo, 44 empresas estão habilitadas para realizar o serviço.