08 de julho de 2026

‘Indústria da insegurança’


| Tempo de leitura: 1 min

Parabéns ao jornalista Luiz Neto por publicar o texto do juiz Cunha (leia aqui). O problema começa na política. Seus agentes querem se garantir e ter vida boa. Então não fazem nada pela educação. Povo ignorante elege (...) corruptos. Eleitos, garantem sua segurança e o povo que se exploda, como dizia um dos personagens de Chico Anysio. Tudo começa com (boa) educação e saúde, mas, se providenciarem, cairão... Estou cansada de leis torpes que beneficiam bandidos e dos tais (defensores) de direitos humanos que só apoiam delinquentes e delinquência. Defendo, sim, pena de morte para crimes bárbaros. Não vai demorar muito e nós, os honestos, preferiremos a cadeia à liberdade. Talvez presos, estaremos mais seguros.
Ana Célia de Freitas
Franca - SP

*****

São quase nulos os resultados benéficos quando atacamos apenas os efeitos do câncer chamado criminalidade. Vivenciamos um descontrole primário no Brasil que se chama ‘exemplo ruim vindo de cima’. Quem deveria dar exemplos bons e ordeiros para todos, não os dá, e ainda deixa a coisa rolar à solta. Vejam condenados do ‘mensalão’ – como pequeno exemplo: ainda ocupam cargos no Legislativo e estão recorrendo das penas. Recorrendo a quem, se o STF, quem os julgou, é a última instância da Justiça? Vejam o tráfico de drogas que mantém multidões de viciados perambulando pelos grandes centros e na Esplanada dos Ministérios em Brasília. Neste País é proibido trabalhar com menos de 16 anos e o Estado não assiste ao menor que nesta idade, muitas vezes, já está viciado em drogas e cometendo crimes diversos. O governo federal abriga 39 ministérios apenas para apaziguar interesses de grupos em troca de apoio parlamentar, e esquece-se dos reais compromissos com o povo.
José Umberto Viscondi
Franca - SP