08 de julho de 2026

Carros apreendidos


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Adorei o procedimento da polícia. Nada mais justo. Toco piano, gosto de cantar, adoro e curto música em todas a suas formas, notas, ritmos e melodias. Agora, cá entre nós, trafegar pelas ruas da minha querida Franca – e nunca lá no cafundó do Judas (sic) pois, onde não existe plateia, não tem graça – ouvindo abominável som de bate-estaca eletrônico (que, de música, não tem nada), mostra que a pessoa tem um terrível complexo de inferioridade, e um psiquiatra pode atestar isso. Afinal, sente-me bem e realizada infringindo a lei que limita som público a 80 decibeis – será que sabem o que é isso? Pior. Exibe, desafortunadamente, atestado público de que não tem o menor conhecimento do princípio básico que rege o relacionamento da humanidade: ‘minha liberdade termina onde começa o do próximo’. (...) ‘I zé fini’.

Delduque Caleiro Palma
Franca - SP