Cheios de vida e posicionados do lado de Deus
Em Gênesis 49:11a, lemos: ‘Ele amarrará o seu jumentinho à vide e o filho da usa jumenta, à videira mais excelente’. Como Judá, vimos que para ser reis, devemos passar primeiro pela etapa de transformação. Precisamos ser restringidos e, mesmo que haja outros pastos, não podemos deixar de comer uva. Embora muitas vezes sejamos levados a pensar que falar sobre negar a vida da alma é repetição e que existem outros ensinamentos, precisamos perceber o quanto essa palavras é essencial para nosso transformação. Ainda que tentemos sair dessa esfera de vida, não conseguimos porque o Espírito Santo é nossa ‘corda’. Nesse contexto é que o jumentinho descrito acima, pouco a pouco, foi sendo transformado.
Prosseguindo no versículo 11b, lemos: ‘Lavará as suas vestes no vinho e a sua capa, em sangue de uvas’. Quão abundante e rico é o fruto da videira! Aqui o fruto da videira é tão abundante que nós é possível lavar nossas vestes e nossa capa no sangue das uvas. A quantidade de líquido que é necessário para lavar roupas indica a abundância de suco de uva produzido pela videira. Aleluia! Quão abundantes são as ‘uvas’ na vida da igreja!
Em nosso meio não ser uva e mais uva, vida e mais . Com isso chegará o dia em que o jumento estará totalmente transformado. Seus olhos serão cintilantes (v. 12a ), vermelhos, porque foi embriagados com vinho. Em Efésios 5:18 lemos: ‘E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei vos do Espírito’. Nosso olhos têm de estar vermelhos não pela embriaguez do vinho, mas do Espírito!
Nossos dentes também devem estar brancos (v. 12b).
Como um jumento sujo pôde ter os dentes brancos? Essa transformação ocorreu devido à mudança em sua alimentação: esse jumento agora passou a comer uva, uva e uva. Com isso suas células velhas foram eliminadas dando lugar aos olhos cintilantes e aos dentes brancos. Depois de sete anos nesse processo metabólico, as pessoas podem dizer sobre nós: ‘Esse não é o ‘jumento’ que eu conhecia, agora ele tem olhos vermelhos e dentes brancos, pois está cheio de vida’. Tudo isso que vimos sobre a necessidade da transformação é para que desfrutemos da realeza, um aspecto do direito de primogenitura.
Toda nossa capacidade e habilidade naturais têm de passar por morte. Só depois é que Deus pode nos usar.
A Bíblia registra que Moisés era eloqüente nos primeiros quarenta anos de vida, visto que ele foi criado debaixo dos princípios de um rei. Depois de passar quarenta anos no deserto. Foi somente após esse segundo período de quarenta anos que o Senhor me chamou. Moisés mesmo havia reconhecido diante de Deus que não tinha eloqüência (Ex 4:10).
Semelhantemente, mesmo nossa alegria nas reuniões da igreja também não deve ser proveniente de algo natural, como o que ocorreu com os filhos de Israel quando Moisés desceu do monte e os viu adorando o bezerro de ouro e dançando.
Em nossas reuniões, devemos ter a alegria do Espírito. Se estivermos apenas empolgados na alma, precisaremos passar pelo ‘deserto’ e morrer, isto é negar nossa vida da alma. A exemplo desse jumentinho de olhos vermelhos e dentes brancos, devemos sempre tomar o vinho do Espírito e permitir que a vida divina opere em nós.
Igreja em Franca - Rua Carmen Irene Batista, 2.667
Telefones: (16) 3402-1726 e 9245-5701