A diretora Maria Cristina Abib de Andrade, 39, responsável pela escola municipal “José Mário Faleiros”, nega que alguma criança tenha sido esquecida, mas admite a confusão. “Nós ainda não tivemos um problema de fato (...) Não houve esquecimento [no caso do garoto de 8 anos], um parente identificado como tio buscou a criança na porta da escola. Isso não foi comunicado entre as famílias”, justificou a diretora.
Uma das saídas para evitar transtornos na chegada dos ônibus foi adotar cores para distinguir os ônibus de cada série. O advogado da empresa Faleiros, Carlos Roberto Faleiros Júnior, garante que está sendo cumprido o contrato firmado com a Prefeitura e não há irregularidades. “É feita a chamada na entrada do ônibus e na hora do retorno. De acordo com o contrato com a Prefeitura, é um monitor por rota.” O advogado nega que haja superlotação.
O secretário de Segurança e Cidadania, Sérgio Buranelli, busca um lugar melhor para os ônibus estacionarem. “Junto com a direção da escola, estamos tentando viabilizar, próximo à escola, uma área de embarque e desembarque, sem essa situação. O ideal era fechar a rua, mas sabemos que o motociclista acaba transpondo o bloqueio”, finalizou o secretário.