Em matéria de Renato Ibelli: “Já virou costume popular dizer que o ano, no Brasil, só começa mesmo depois de silenciadas as baterias das Escolas de Samba (e é bem por aí). Neste ponto de vista, 2013 acaba de, enfim, começar. E o governo federal tem pela frente o desfio de reverter a frustração gerada pelo PIB regressivo do ano passado, que seria de 4%, 3%, 2%, mas acabou avançando apenas 1%. Terá de encontrar meios de instigar o investidor, ainda receoso em bancar projetos de longo prazo. Vai precisar fazer a indústria acordar de um dos piores períodos, além de emplacar os tão esperados projetos de infraestrutura, sem tirar o olho da inflação.” Bom dia!