De acordo com o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Ribeirão Preto e Região, Antônio Guerreiro Filho, cerca de 250 integrantes da categoria cruzaram os braços ontem em Franca, e 95% das agências fecharam as portas. “Na cidade, as únicas agências que sei que abriram foram a do Banco do Brasil do Shopping e a do Santander perto do Fórum”, informou Filho. No primeiro dia da paralisação, a adesão foi de 200 vigilantes.
Para o presidente, o movimento precisa ser diário, já que os vigilantes voltam sempre aos seus postos no começo do dia, receosos de perderem seus empregos.
Os profissionais exigem um adicional de 30% no salário por periculosidade, que se refere ao risco de roubos e outros tipos de violência. O benefício já foi aprovado por lei federal, mas ainda não foi repassado.
Em nota, o Sesvesp (Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo) informou que o adicional será aplicado apenas após a publicação da regulamentação da lei. Até que suas exigências sejam atendidas, os vigilantes prometem continuar em greve.