08 de julho de 2026

B. Cláudio de La Colombiére


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1641-1682- Jesuíta - “Cláudio” significa “coxo”, o “Claudicante”.

Cláudio de la Colombiére nasceu em 1641, em Viena, França e morreu em Paray-le-Monial, em 1682, foi beatificado por Pio XI, em 1899 e canonizado por João Paulo II. Homem de grande visão e dotado de espírito arguto, julgava as coisas com equidade e justiça. Correto nas ações, conquistava as pessoas pela doçura e respeito. Como pregador foi contagiante. Entretanto, o traço mais marcante de sua personalidade foi ser ele um homem de oração profunda. Sua Comunhão com Deus Transparecia-lhe no rosto e nas palavras. Fiel diretor espiritual de S. Margarida Maria Alacoque, que lhe confiou suas visões e revelações bem como suas dificuldades espirituais. Por causa de intrigas palacianas foi levado à prisão, mas, com a intervenção de Luís XIV, foi libertado e regressou a Paris, depois a Lion. Juntamente com S. Margarida Maria foi um grande incentivador da devoção ao Sagrado Coração de Jesus.

Oração
Do Deus que é Pai

Deus, nosso Pai, dai-nos simplicidade de coração e um espírito justo e sereno. Esforcemo-nos para ser ternos e misericordiosos, complacentes e tardos nos julgamentos, porque a pressa em condenar, a precipitação em apontar erros (do outro) mais pode ferir do que sarar feridas. Sabidos de que somos feitos da mesma argila e respiramos do mesmo sopro de vida, na vossa luz busquemos o entendimento da Humana fragilidade: se cairmos em Faltas, dos próprios erros podemos extrair a medicina propícia para nossa cegueira e reabilitação. Na transitoriedade de nossos dias, encontremos em vós nosso tempo de graça, nossos Kairós de salvação. Pela força do vosso Espírito, não cessemos de vos chamar Pai e proclamemos o vosso nome bendito para sempre. Grande é o vosso amor por nós, pois quando choramos, enxugais nossas lágrimas, quando vacilamos, nos segurais pelas mãos, quando nos apavoramos, a nós restituis a serenidade, quando aprisionados por nossos males, desatais os desaventos e exorcizais os malefícios, tomais nossa defesa e sem cadeias nos conduzis pelas mãos.

Os Cinco Minutos dos Santos/ J. Alves
São Paulo,Editora Ave-Maria.