08 de julho de 2026

Seicho-no-ie


| Tempo de leitura: 1 min

Antes de tudo, reverenciem-se mutuamente

Se houvesse amor, seria impossível ocorrer matanças em massa em nome da paz e das ideologias.
O amor é a consciência de que ‘eu e o outro somos um’; é o sentimento daquele que, vendo o sofrimento do próximo, sente o seu próprio coração dolorido e deseja ardentemente tirar-lhe o sofrimento.
Se existir de verdade o amor em ambas as partes conflitantes, poderão superar as pequenas divergências, cedendo mutuamente, e cessar imediatamente as matanças em massa.
Devemos nos tornar possuidores de um amor tão profundo a ponto de nenhuma condição ou motivo conseguir impedir esse amor. Se criticarmos a atitude ou a situação do próximo, é porque não temos suficiente amor em relação a ele. Antes de censurarmos o próximo, devemos refletir e compreender que a imagem da reivindicação egoística dele não é outra coisa senão o reflexo da nossa mente, que deve estar reivindicando egoisticamente. Portanto, nós é que devemos primeiramente abandonar o espírito de reivindicação egoística e mentalizar: ‘Eu e ele somos irmãos, amamo-nos mutuamente, e nenhum de nós faz reivindicação egoística’.

Seicho-no-ie/ Masaharu Taniguchi