10 de julho de 2026

575 flagrados nas rodovias


| Tempo de leitura: 2 min

Não concordo com a lei de tolerância zero por várias razões. Uma delas, a cultura brasileira de, após dia de trabalho, passar em barzinho para a cerveja. Outra, se proibir fosse solução, não haveria mais drogas. Tem diferença entre ‘sob efeito de álcool’ e embriaguês. Você ir ao barzinho e tomar uma cerveja, seguindo para casa depois, não ficará embriagado. Embriagado é quando você não aguenta nem andar.
Roger
Franca - SP

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O leitor Roger que me desculpe, mas discordo. Leis são feitas para serem respeitadas sem exceções. Também é da cultura brasileira a completa ausência de limites, bem como noção de quando parar. Todos reclamaram contra cinto de segurança, mas hoje, vemos que funcionou. Vidas estão sendo poupadas. Houve quem disse que dirigia com cuidado e que não precisaria de cinto, mas acidentes vêm quando nunca se espera. Tolerância zero, sim! Enquanto não doi no bolso, veremos pessoas de bem padecendo com famílias destruídas por causa dos irresponsáveis embriagados que só tomaram umazinha (sic) no happy hour e se acharam acima da lei. Infelizmente, só entende do que se trata quem teve ou tiver um ente querido envolvido em acidente provocado por motorista alcoolizado.
Izabela Wilson
Franca - SP

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Discordo da leitora. Tirei minha CNH em 1997. Todos os fins de semana eu tenho que apreciar uma bela cerveja (sic). Não bebo nem uma e nem duas. Bebo várias e concordo com a Lei Seca. Se acontecer de me pararem em uma blitz, o problema é meu. Eu é que me ferro (sic), já que sei da lei. Tem pessoas que bebem duas latinhas e ficam loucas, ou se fazem de loucas, tipo recém habilitados que acham que podem tudo, mas nem saíram das fraldas (sic). Tem outras que bebem demais e acham que estão aptas a dirigir. Eu nunca bati. Espero nunca promover nem confusão. Para quem acha ruim blitze contra bebida ao volante, apenas não consuma. Se consumir, tenha consciência, porque estará usando uma arma pesada!
Brenno Adriano F.
Franca - SP