A especulação imobiliária, a irresponsabilidade de proprietários de imóveis e o descaso da fiscalização do poder público é que geram esse tipo de problema. Terrenos sujos (que se tornam focos de de doenças) e calçadas intransitáveis o francano encontra em todos os quarteirões da cidade. Todos pensam que só ocorre em bairros de periferia onde há muitos terrenos vagos mas, resido no bairro São Joaquim e transito diariamente por quatro quarteirões. Na rua Abílio Coutinho, em frente ao Hospital São Joaquim sofri uma queda com fratura por causa de calçada que está destruída em razão da existência de árvores enormes. Ao lado, um terreno com mato (ou floresta?) de dois metros de altura, sem calçada. A calçada, aliás, é extensão da ‘floresta’. Tenho pedido providências aos órgãos competentes da Prefeitura há dois anos, e nada foi feito, não acontece nada. Cheguei a ouvir, lá, que nada foi feito porque minha residência está a dois quarteirões do local. A quem posso recorrer?
Maria Laura Lima
Franca - SP
*****
Parabéns a este Comércio da Franca e à repórter Patrícia Paim pela sensibilidade demonstrada na matéria sobre as calçadas de Franca. Há muito essa situação é crítica. Pessoas são obrigadas a andar na rua, (porque há calçados completamente intransitáveis). Meu pai tem 82 anos e não foi uma, nem duas vezes que ele se colocou em risco de vida, (ameaçado por veículos) ao ser obrigado a andar na rua em sua locomoção em função da má qualidade das calçadas.
Rui César Rodrigues Bueno
Franca - SP