No Templo da Carne, foi bom conhecer pessoalmente o grande Marcos Bassi. Simpático, atencioso, brilhou mais do que nunca, contando e mostrando como ele trabalha. Aliás, ele disse que não faz churrasco, faz “a carne”. Homens, principalmente, o rodearam e foram ver de perto. E o jantar foi ótimo: carré de cordeiro com palmitos, costela com farofa e uma picanha digna dos deuses. Era o Brasil ali, para os estrangeiros ficarem de queixo caído.