Entendo que nos casos abordados na matéria do Corrêa Neves Júnior, o governo atira no próprio pé e na cara da sociedade. Primeiro, por não combater o tráfico. Segundo, por não confiar nos próprios policiais que alteram a cena do crime. Não se vê medidas firmes para combater as causas dessas mazelas. São sempre medidas paliativas e polêmicas que nada trazem de concreto e de solução de pelo menos parte do problema. O comércio e o uso de drogas só aumentam, e o combate ao tráfico não é eficaz. As ações da polícia realmente não devem ser pautadas pelo socorro de vítimas de violência, visto que essa não é sua função. Veja que nos dois casos há omissão das autoridades, que apenas vão colocar emplastro sobre ferida aberta de câncer, nada mais. É preciso mãos firmes e fortes para combater o tráfico de drogas, mudar o código penal e colocar penas enormes para traficantes, deixando de prender só viciados. (Leia Gazetilha aqui).
José Umberto
Franca - SP
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Quando acompanho notícias sobre uso de crack em nossa sociedade, (incomoda-me) a dúvida: por que crack, maconha, cocaína, LSD e tantas drogas distribuídas tranquilamente, apesar de serem ilegais? Concluo que o tráfico (caminha ao lado) da corrupção enraizada em nossos governos. Ao contrário, traficantes já teriam sido extirpados e não precisaríamos internar dependentes químicos, nem por opção nem compulsoriamente. Quando o governo quer, consegue. A prova está no controle dos impostos que pagamos. Quando não quer, inventa, como essa de criar clínicas para atender milhares de drogados que só são drogados porque têm onde comprar drogas! Faltam governantes ‘cabras machos’ prá lutar contra a máfia instalada neste País...
Laerson Piovesan
Franca - SP
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(...) Temos leis mas não infraestrutura para fazê-las cumprir. Dependentes químicos e seus familiares sabem disso. Temos contingente policial mas, despreparado – não por culpa dos policiais mas do próprio sistema inadequado. É fácil jogar dependentes químicos em clínicas sem mínimo de estrutura. Ou drogados saem delas piores do que entraram ou, dentro de um caixão! (...)
Maria Ângela
Franca - SP