08 de julho de 2026

Venda de anabolizantes


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Adoro polo equestre, futebol, basquetebol, tênis, vôlei, snooker, baralho e tantos outros esportes. Apesar da truculência, gosto até do rugbi ou futebol americano. No entanto, confesso que nunca apreciei competições em que uma pessoa, deliberada e conscientemente, dá o cacete (sic) em outra, fisicamente falando, é claro. Nunca entrou em minha cabeça enxergar alguma graça, ou a lógica de quebrar – com as mãos ou com os pés, como é o caso – o nariz de alguém, ver o sangue escorrer, e, assim, atingir o tão sonhado orgasmo, recebendo, ainda por cima, parabéns e medalha pelo que fez. Então eu tô doido e vou tomar um vidro inteirinho de Gardenal. Não vejo outro caminho para o Brasil virar um foguete – (...) – que não seja pelo estudo, pela leitura e pelo trabalho. ‘I zé fini’.
Delduque Caleiro Palma
Franca - SP

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Cabe perguntar até que ponto vai a hipocrisia da sociedade brasileira. Vamos analisar: uma jovem modelo, em troca de um corpo perfeito, submete-se a cirurgias de implantes de silicone e lipoaspiração, com a finalidade estética e, risco à saúde, alto, com possibilidade de morte na própria cirurgia. Um jovem, em busca de um corpo bonito e definido, faz uso de substâncias anabolizantes com finalidade estética, risco à saúde, médio, com possíveis efeitos colaterais, alterações hormonais, ginecomastia etc. A primeira situação é amplamente comercializada e difundida em todos os meios sociais, sem o julgamento moralista do politicamente correto. A segunda é crime, vista com julgamentos desnecessários. Criou-se o estereótipo de que isso é fatal, quase como fazer uso de heroína. Na verdade, é risco em troca da estética. Não digo que é certo, mas não julgo. Cada um busca o melhor, segundo seu entendimento, para si!
Roger
Franca - SP