09 de julho de 2026

Dona de casa morre afogada em piscina de chácara durante o Natal


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Familiares e amigos acompanham o enterro da dona de casa Alda Maria Leal de Carvalho, de 59 anos, no Cemitério Santo Agostinho, na tarde de ontem; vítima morreu após se afogar em festa de comemoração do Natal

O Natal terminou de maneira trágica para uma família francana. A dona de casa Alda Maria Leal de Carvalho, 59, que morava no Jardim Ipanema, morreu afogada por volta das 15h30 da terça-feira, quando comemorava a data com a família em uma chácara às margens da rodovia Felipe Calixto, que liga Franca a Ribeirão Corrente. A vítima chegou a ser tirada da água por parentes e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas morreu antes de dar entrada no pronto-socorro “Dr. Álvaro Azzuz”.

De acordo com a pespontadeira Jaquelaine Leal de Carvalho, 38, moradora no Recanto Elimar I e filha de Alda, a mulher estava feliz durante as comemorações e não apresentava nenhum problema de saúde. Resolveu entrar na piscina da chácara, que tem 1,5m de profundidade. Segundo a pespontadeira, após mergulhar a cabeça na água, não conseguiu voltar e já começou a boiar.

Familiares puxaram a dona de casa para fora da piscina. Ela estava com a barriga cheia de água. Um neto tentou fazer massagem em seu peito, mas ela apenas vomitou. Uma unidade do Resgate do Corpo de Bombeiros foi chamada ao local. Alda estava consciente, conseguiu piscar os olhos, porém, estava pálida. “A pulsação dela estava em 80 batimentos, um moço que estava no local e era enfermeiro disse que estava bom, que aguentaria até o Resgate chegar. Mas ela foi tendo paradas respiratórias”, disse Jaquelaine.

No caminho para Franca, na rodovia Cândido Portinari, os socorristas passaram a vítima para uma ambulância do Samu, que seguiu em direção ao pronto-socorro, mas Alda não resistiu. “Pelo que nós lutamos, pelo que nós vimos, acho que ela já saiu morta. Eles tiraram sete litros de água dela (...) Ela não sabia nadar. Uma menina que estava com ela na piscina olhou e viu ela jogando água no rosto. Mas achamos que estava tendo algum mal”, completou a filha.

No atestado de óbito, emitido pelo IML (Instituto Médico Legal), a causa da morte foi definida como asfixia mecânica. Segundo Jaquelaine, a dona de casa deixou duas filhas e netos. O sepultamento aconteceu por volta das 16 horas de ontem, no Cemitério Santo Agostinho, com serviços da Funerária São Francisco.