Vivemos por estes dias o clima da fraternidade e da amizade, com troca de presentes, cartões e votos de boas festas. Mas, muitos dizem que passam por momentos de tristeza e depressão nesta época. O motivo não seria que essas pessoas talvez estejam no seu íntimo em desarmonia? Como já disse um pensador, é vão nós buscarmos a felicidade fora, lá longe, se não a tivermos dentro de nós. E quantos também, nesta época, estão sem conversar com o pai, a mãe, a mulher, filhos, amigos? Por isso, não adianta encher a barriga de boas comidas e bebidas, se não têm o melhor tempero que é a paz e a tranquilidade. E mais: como é que você vai conseguir sentar-se diante de uma mesa farta sabendo que você nunca se importou com a feição de uma criança faminta e abandonada? Como vai trocar presentes caros sabendo que você oprimiu e remunerou mal seus empregados? Que sentido tem mandar os mais bonitos cartões, para logo em seguida usar de falsidade com um amigo? Do que adianta falar ou escrever tanto em paz se, após a reunião festiva do Natal, saímos às ruas dispostos a brigar com o primeiro que der uma simples buzinada atrás do seu carro? Pense bem nisso e não seja hipócrita. Se tiver que desejar o melhor para alguém, faça isso de coração. Sejamos promotores da paz e o amor ao próximo. Sem falsidade.