Ela tem que pagar. E a família do jovem deficiente tem que tomar cuidado e não deixá-lo andar por ai, independente de horário. Tenho deficiente na família, mas o acompanhamos 24 por dia e não fica perambulando e ofendendo quem vê pela frente. Quanto aos dois personagens do fato, a prostituta e o deficiente, ambos merecem respeito e não ofensas. (Leia ‘Prostituta põe fogo em deficiente’).
Michael
Franca - SP
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Concordo em parte com o leitor Michael. O que a mulher faz da vida é problema dela (...). Discordo quanto a questão do deficiente. É considerado inimputável, já que não responde por seus atos. É como criança de 5 anos ofendendo alguém e o ofendido reagir. Não justifica. Se formos atear fogo em todos que nos ofendem o mundo se tornará cinzas!
Roger
Franca - SP
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Vamos estipular horários paras prostitutas, deficientes, trabalhadores, enfim, para que não corram o risco de se encontrarem e cometerem crimes, descriminação. Talvez essa seja a melhor opção para resolver os problemas da sociedade. O ser humano tem que saber conviver em sociedade mas, acho, isso vem deixando de acontecer. Comecemos, todos, a escolher horários para sair à rua!
Cris
Franca - SP