(Esta escola) transformou-se em espécie de nicho de violência. Causa repúdio o discurso (...) da Secretaria de Educação. Quem vive diariamente no ambiente escolar sabe que violência contra alunos, professores e funcionários se tornou problema crônico. Acontece que alguns diretores, com o intuito de passar imagem de escola perfeita, escondem os problemas. Impedem que boletins de ocorrência sejam feitos. Escolas paulistas se tornaram depósitos de problemas e, covardemente, são cobradas pelo caos social que a sociedade hoje vive. Enfim, o que é pior? A dura realidade das escolas ou a demagogia dos ‘deuses da educação’, sabedores dos problemas e detentores das soluções? (Leia em http:// www.gcn.net.br/ jornal/index.php?codigo=194369).
Dársio C. Batista
Franca - SP
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As pessoas (...) estão fazendo confusão. O que acontece na escola (do Cambuí) é problema de fora para dentro e não o contrário. Os alunos não são o problema. Há resultados positivos com eles. O que acontece é invasão de ex-alunos moradores do bairro atrapalhando o funcionamento e a organização da escola, pulando muros, ameaçando e desrespeitando a todos. Justamente por não permitirmos, é que existe o conflito.
Alessandra
Franca - SP
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Impossível ler uma notícia dessas e permanecer calado, presenciar o (promotor dizer que a escola deve achar seus próprios caminhos), e, simplesmente, lavar as mãos diante de situação insustentável! Pois, senhor promotor, será necessário um assassinato de professor para a justiça agir? Se a Constituição garante direito à vida e sua preservação acima de qualquer coisa, então isso não é mero problema administrativo da escola e sim, de segurança pública. Não é um caso pontual! Outras escolas como a E.E. ‘Profa. Laura de Mello Franco’ também figuram, de tempos em tempos, no noticiário local. Só não é maior o número de denúncias porque vela-se a verdade em detrimento de números de desenvolvimento como Ideb, Idesp e outros índices incipientes e distantes da realidade. Educação não é brincadeira, professor não é babá de meliante e escola não é trincheira. Coloquem-se os pingos nos ‘is’. (Leia em http://www.gcn. net.br/jornal/index.php?codigo =194370).
João Paulo de Souza
Franca - SP
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Enquanto não mudar este tal de ECA, esses elementos vão continuar aprontando à vontade, pois são ‘di menor’ (sic)
J. Castro
Franca - SP