09 de julho de 2026

Tudo pela ciência


| Tempo de leitura: 3 min
Lista lembra os quatro experimentos científicos terríveis que colocaram em risco a saúde dos envolvidos e até mesmo o futuro da humanidade

Até que ponto a ânsia humana por respostas pode chegar? Vale a pena colocar em risco a saúde física e mental de pessoas e animais nessa busca incessante por respostas e/ou avanços nos estudos de alguma área do conhecimento?

A curiosidade teve uma importância vital ao longo processo da evolução humana. Essa quase necessidade de saber como as coisas funcionam permitiu que criássemos invenções que mudariam o destino da humanidade e a forma como vivemos neste planeta, para o bem e para o mal. Isso sem mencionar as descobertas na área da medicina que salvam milhões de perecer perante uma doença ou fatalidade. Resumindo: não teríamos chegado até aqui sem a fome de conhecimento de inúmeras pessoas.

Porém existem espécimes da nossa raça que estão dispostas a fazer alguns sacrifícios na busca por resultados. Talvez elas intimamente pensem que estão ajudando a sociedade, mas podem, no decorrer deste processo, fazer monstruosidades. Talvez seja puro sadismo disfarçado, vai saber. Chega de conversa e vamos direto ao assunto. O site especializado em ciência Hype Science fez uma lista com experimentos científicos que deixariam aquele cientista maluco dos filmes de cabelo em pé. Então, prepare o seu estômago e confira abaixo quatro aberrações.


1º LUGAR - BURACO NEGRO CASEIRO
Em meio a tantos boatos sobre o fim do planeta, existe um que realmente fez a comunidade científica prender a respiração. Tudo aconteceu em 2008, quando os físicos do Cern (Organização Europeia para Estudos Nucleares, em tradução livre) colocaram o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) para funcionar pela primeira vez. Isso porque, na teoria, existe uma ínfima chance desta máquina criar um pequeno buraco negro que sugaria todo o planeta. Um grupo até entrou com uma ação judicial para tentar impedir o funcionamento da máquina. Como todos sabem a ação não foi acatada, tanto que, no início deste ano, o LHC virou notícia em todo o globo quando os físicos de lá anunciaram a descoberta do que pode ser o bóson de Higgs, a chamada Partícula de Deus.

2º LUGAR - CÃES ZUMBIS
Em 1940, cientistas soviéticos divulgaram um vídeo de cães com cabeças decepadas que foram preservados vivos mantendo os reflexos básicos como resposta ao som ou sabor. Os pesquisadores afirmaram que mantiveram os animais vivos através de um sistema artificial de circulação de sangue. A gravação caiu no YouTube. Basta procurar por “Real Zombie Dogs!”. Tem mais: em 2005, pesquisadores norte-americanos criaram uma matilha de cães zumbis matando os bichos através de uma rápida drenagem, retirando todo o sangue dos animais e substituindo por soro fisiológico. O estudo conseguiu ressuscitar os cães três horas depois, com bolsas de sangue e choque elétrico. Alguns animais terminaram com danos permanentes, mas a maioria saiu ilesa.

3º LUGAR - CONTROLE DA MENTE
Durante a década de 1950, a CIA lançou um programa batizado de Mkultra, que tentava inventar drogas para usar no controle mental. Nas duas décadas seguintes, a agência testou alucinógenos, drogas de privação do sono e choque elétrico para tentar realizar a lavagem cerebral. Os cientistas da CIA fizeram mais de 149 projetos de pesquisa. Uma delas foi feita da seguinte maneira. Eles testaram os efeitos do LSD em situações sociais oferecendo o ácido para clientes desavisados de bares em Nova Iorque e São Francisco. E isso foi somente uma pequena parte de tudo o que a agência fez, já que boa parte dos documentos foi destruída quando o escândalo político de Watergate estourou, em 1973.

4º LUGAR - ‘MORCEGOS-BOMBA’
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945), a marinha dos EUA trabalhou em um projeto para treinar morcegos que serviriam como armas para bombardear os japoneses. A ideia era que um sistema de pequenas cintas com explosivos incendiários fossem amarradas aos animais. Assim a marinha conseguiria explorar o sistema de “ecolocalização” dos morcegos para encontrar abrigos japoneses. O Corpo de Fuzileiros Navais chegou a capturar milhares de morcegos e a desenvolver a cinta explosiva, mas o projeto foi abandonado em 1943, já que o governo americano estava obtendo resultados satisfatórios com outro experimento: a bomba atômica.