Familiares de pelo menos três pessoas culparam a demora na autorização de internação pela morte de parentes. Em curto espaço de tempo, médicos tentaram garantir o atendimento à força. Em junho, dois médicos se xingaram e quase saíram no tapa. Mateus de Paula e Silva Lopes, que trabalha no PS, disse à polícia que o hospital se negava a internar uma paciente que aguardava vaga por mais de 12 horas. Revoltado, ele colocou a mulher na ambulância e rumou para a porta da Santa Casa, onde brigou com um colega. A polícia teve que ser chamada para acalmar os ânimos. Dias depois, o prefeito Sidnei Rocha fez elogio público ao profissional.
Um caso semelhante ocorreu em 2010, quando um médico do PS também tentou internação na marra para duas pessoas no hospital.