Sob outra ótica, avalio o levantamento deste Comércio pelo grau de instrução e o acesso à informação dos eleitores da região central e da periferia. Este mesmo jornal publicou que o eleitor não tem costume de ver o horário eleitoral na TV ou no rádio. Isso demonstra que aquele que já tem concepção formada sobre um nome, no caso o da delegada, por sua atuação na Delegacia da Mulher, ao não assistir o programa eleitoral pode não modificar seu voto ou sofrer influência para que mude. Fica visível ao considerarmos que na área central a população tem grau de instrução maior do que na periferia, ou seja, a avaliação de propostas, de confronto de ideias, é maior na região central do que nas regiões periféricas. (Leia aqui).
Deny Eduardo
Franca - SP